Notícia

Fugindo da urticária

03/04/2017

  Dra. Rosa Maria Maranhão Casado: “As causas mais comuns são alguns tipos de alimentos, medicamentos e infecções”

 

 

Doença atinge 20% da população e causa desconfortos que afetam convívio social

 

Se uma coceira incomoda muita gente, imagine uma coceira acompanhada de lesões avermelhadas, salientes e que podem se juntar, formando placas em várias partes do corpo. Estamos falando da urticária, uma doença que atinge 20% da população e que, devido ao desconforto dos sintomas, pode afetar a qualidade de vida e o convívio social, causando transtornos na vida pessoal e profissional das pessoas.

 

Para conscientizar a população sobre a importância de se tratar as alergias, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) realiza, deste domingo (02) até dia 8 de abril, a Semana Mundial sobre o tema.

 

“Este ano, o foco é a urticária, que é uma doença fácil de ser reconhecida, por causa de seu aspecto típico, mas complexa no que diz respeito às causas e manifestações clínicas”, explica a médica alergista cooperada da Unimed Maceió, Dra. Rosa Maria Maranhão Casado, presidente da Regional AL da ASBAI.

 

As urticárias podem ser classificadas de acordo com a duração das lesões. São agudas quando têm até seis semanas e crônicas quando permanecem por mais tempo.

 

“As causas mais comuns são alimentos, como leite de vaca, ovo, frutos do mar, medicamentos, em especial analgésicos, antiinflamatórios e antibióticos, e infecções, causadas por vírus ou bactérias. Para tratá-las é preciso realizar uma anamnese detalhada, identificar as causas e combatê-las. Os sintomas podem ser aliviados com o uso de anti-histamínicos”, destaca a especialista.

 

Fonte: Ascom Unimed Maceió

 

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